Exérese de Plicoma Anal
A exérese de plicoma anal é o procedimento cirúrgico ambulatorial realizado para remoção do plicoma — a dobra de pele que se forma ao redor do ânus, geralmente associada a hemorroidas anteriores, processos inflamatórios ou cicatrização de fissuras.
Como é feito o procedimento
Realizado em consultório, com anestesia local
O procedimento é realizado em consultório, com anestesia local e sem necessidade de internação. A pele extra é removida cirurgicamente com laser de CO2, e a região cicatriza de forma progressiva nas semanas seguintes.
Laser de baixa potência no pós-operatório
Pode ser utilizado após a retirada para auxiliar na cicatrização e reduzir o desconforto local.
Para quem é indicada a exérese de plicoma anal
A remoção costuma ser indicada quando o plicoma causa dificuldade na higiene local, irritação recorrente ou incômodo estético relevante para o paciente.
A indicação é sempre definida a partir da avaliação individual do tamanho, da localização e dos sintomas associados. Sem queixa, a conduta pode ser apenas o acompanhamento.
Mesmo quando não dói, o plicoma anal pode impactar o dia a dia. Na consulta, avalio o seu caso para indicar se a remoção é adequada, com foco no seu conforto e num resultado estético satisfatório.
Perguntas frequentes sobre exérese de plicoma anal
A retirada do plicoma anal dói? +
O procedimento é realizado com anestesia local. O pós-operatório também costuma ser muito bem tolerado pelos pacientes.
Quanto tempo leva a recuperação após a exérese de plicoma anal? +
A recuperação é bastante variável e depende do tamanho e da quantidade de plicomas que forem removidos. Isso é avaliado e explicado caso a caso na consulta.
A exérese é feita em consultório ou em centro cirúrgico? +
Na maior parte dos casos, no próprio consultório, com anestesia local e laser de CO2. Situações que exigem correção cirúrgica mais ampla são realizadas em centro cirúrgico.
Resolva o incômodo do plicoma anal com um procedimento simples e ambulatorial.
Agende sua avaliação.
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Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica presencial. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sangramento intenso, dor forte ou febre, procure atendimento médico.Revisão médica
Dra. Laís Nascimento — Médica Coloproctologista
CRM/RS 42766 · RQE 46719
Conteúdo revisado em 30 de agosto de 2026.